Meu Blog transformou escrever um hábito saboroso...eu sei que ultimamente tenho produzido bem pouco...é a falta de tempo e às vezes, de inspiração também. Mas, arrumar coisas legais etc, enfim interagir por este espaço tem se transformado numa tarefa agradável e de todo modo, vou aqui mostrando um pouco do meu jeito de ser e pensar. Não posto imagens de crianças, considero abusiva a exposição infantil por qualquer adulto, lembrando que elas não tem poder de consentimento para serem expostas. Continuo insistindo em selecionar o que for de meu agrado, mas espero que também seja do gosto de quem lê, acompanha o meu Bloguinho. Através do tempo, continuo sintetizando-me assim: insisto em praticar a fidelidade como princípio de vida; não sou doce, não sou submissa do mundo, sou dócil para quem eu amar e me amar também: o que acontece sem uma correspondência total e bionívoca não me atrai...prefiro emoções à matéria; não sou adepta de parcerias de coleiras, não estou em gôndolas, sou extremista e radical nas idéias; não sou deslumbrada nem deliro com impossibilidades, o que tenho me basta e me situa. Acredito no amor, sei que é o melhor presente da vida, por isso respeito quem eu amar, o amor que dou e o que recebo: para mim, submissão é sinônimo de amor sempre. Não invento alegrias falsas, sou naturalmente alegre e simples no meu jeito de viver. Neste mundo, dou-me o direito de curtir a quebradeira de um funk bom e não fico parada no batuque do samba. Uma das coisas que mais me incomoda é a falta de compromisso com tudo na vida, que muitas vezes se encontra por ai. Enfim, eis me aqui, sou assim: eu VIVO!
16 de abr. de 2012
14 de abr. de 2012
Saigon
Nosso apartamento é um pedaço de Saigon
Como um céu de luz neon...no ar perdura um silêncio...
Brincando, sonhando pra não dormir...
Mas é só você chegar pr'eu esquecer de mim...
Olho pro céu e vejo como é bom ver as estrelas
Na escuridão
Aguardo você voltar pra Saigon
13 de abr. de 2012
Meu amor é maior que o mar
Meu amor é infinito
É maior do que a solidão
Do que tudo que eu acredito
Meu amor é maior que eu
Meu amor me ilumina
É mais forte que a luz do sol
Tem a força da luz divina
Cada dia fica mais bonito
Cada dia a gente está mais perto
Quando tem que ser já está escrito
Cada dia me convenço mais
Que eu te amo, te amo, te amo, demais
Nosso amor é gota d'água cristalina
Numa pétala de flor
Refletida pelo sol...
12 de abr. de 2012
10 de abr. de 2012
9 de abr. de 2012
8 de abr. de 2012
OS MISTÉRIOS DA ILHA DE PÁSCOA
Esta ilha, de origem vulcânica, é considerada uma das mais isoladas do mundo, situa-se no Oceano Pacífico, a cerca de 3.760 quilômetros ao Oeste da costa da América do Sul, pertence ao Chile, tem superfície de 162 km², e estimados 3.000 habitantes; é tida como um dos grandes monumentos da humanidade, importante pelas descobertas arqueológicas que proporcionou, além de constituir a única prova da existência de um sistema de escrita genuíno e antiquíssimo na Polinésia.
Quem a visita se encanta pela energia, pelas dúvidas sobre sua existência e também ao avistar os seus moais, gigantescas estatuas de pedra.
A Ilha é também conhecida como Rapa Nui (existe um filme sobre o assunto, com esse nome), Ilha dos Gigantes de Pedra ou "umbigo do
mundo", possui entre outros mistérios 3 vulcões principais: o Poike, a leste, com cerca de 3 milhões de anos; o Rano Kau, a sudeste, com aproximadamente 1 milhão de
anos e o Maunga Terevaka, a norte, cuja erupção há 300 mil anos formou a ilha,
juntando os dois cones mais antigo, dando-lhe o formato triangular, atual.
O termo "moai" é
utilizado pelos estudiosos para designar as gigantescas estátuas, distribuídas nas encostas da Ilha, construídas por volta de 1300 d.C., que atingem até 12
metros de altura e pesam várias toneladas, sendo que até hoje existe mistério sobre a construção delas, pois ninguém sabe afirmar, ao
certo, como essas estátuas (figuras representando humanos) foram erguidas e
transportadas.
Os monumentos de orelhas e membros alongados, segundo algumas pessoas , têm grande poder astronômico, pois estudos, comprovou-se que elas não olham ao horizonte e sim para as fases da Lua e, de acordo com muitos dos mestiços, moradores da Ilha, as estátuas têm um poder ancestral muito grande e que podem ser a representação de possíveis visitantes extraterrenos, os quais deixaram traços de sua presença na Terra, em forma dos moais.
6 de abr. de 2012
4 de abr. de 2012
GOSTAR DE APANHAR
(Texto em contrução)
Não tenho o propósito de discutir parafilias, preferências, fetiches ou psicologia deste ou daquele comportamento. Não tenho a pretensão de escrever tratado sobre sadomasoquismo, até porque aprendi com o tempo (e com os tapas) que nesse celeiro, cada ser curte a sua escolha, seja do jeito que for e única regra que perdura é a vontade das partes envolvidas.
Admiro quem consegue emitir teoria sobre o prazer de apanhar...está na alma, não acredito que seja para se experimentar como um doce, para depois decidir se quer repetir o cardápio ou não.
3 de abr. de 2012
Bem-Querer
Estou certa que há de vir atrás
Todos, todos, todos o umbrais
Que não vai haver adeus jamais
Juras, juras, juras imorais
Que o amor é coisa tão fugaz
A garra, a garra, a garra dos mortais
Pra você ficar um pouco mais
A calma, a calma, a calma dos casais
E quando o meu bem-querer ouvir
O meu coração bater demais
Há de me rasgar com a fúria
A fúria, a fúria, a fúria dos animais!
2 de abr. de 2012
1 de abr. de 2012
31 de mar. de 2012
Ser ou não ser, eis a questão: será mais nobre
Em nosso espírito sofrer pedras e setas
Com que a Fortuna, enfurecida, nos alveja,
Ou insurgir-nos contra um mar de provocações
E em luta pôr-lhes fim? Morrer.. dormir: não mais.
Dizer que rematamos com um sono a angústia
E as mil pelejas naturais-herança do homem:
Morrer para dormir… é uma consumação
Que bem merece e desejamos com fervor.
Dormir… Talvez sonhar: eis onde surge o obstáculo:
Pois quando livres do tumulto da existência,
No repouso da morte o sonho que tenhamos
Devem fazer-nos hesitar: eis a suspeita
Que impõe tão longa vida aos nossos infortúnios.
Quem sofreria os relhos e a irrisão do mundo,
O agravo do opressor, a afronta do orgulhoso,
Toda a lancinação do mal-prezado amor,
A insolência oficial, as dilações da lei,
Os doestos que dos nulos têm de suportar
O mérito paciente, quem o sofreria,
Quando alcançasse a mais perfeita quitação
Com a ponta de um punhal? Quem levaria fardos,
Gemendo e suando sob a vida fatigante,
Se o receio de alguma coisa após a morte,
–Essa região desconhecida cujas raias
Jamais viajante algum atravessou de volta –
Não nos pusesse a voar para outros, não sabidos?
O pensamento assim nos acovarda, e assim
É que se cobre a tez normal da decisão
Com o tom pálido e enfermo da melancolia;
E desde que nos prendam tais cogitações,
Empresas de alto escopo e que bem alto planam
Desviam-se de rumo e cessam até mesmo
De se chamar ação.
29 de mar. de 2012
27 de mar. de 2012
26 de mar. de 2012
coisas do mar. Contar-te o amor ardente
e as ilhas que só há no verbo amar.
Contar-te longamente longamente.
Amor ardente. Amor ardente. E mar.
Contar-te longamente as misteriosas
maravilhas do verbo navegar.
E mar. Amar: as coisas perigosas.
Contar-te longamente que já foi
num tempo doce coisa amar. E mar.
Contar-te longamente como doi
desembarcar nas ilhas misteriosas.
Contar-te o mar ardente e o verbo amar.
E longamente as coisas perigosas.







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