Meu Blog transformou escrever um hábito saboroso...eu sei que ultimamente tenho produzido bem pouco...é a falta de tempo e às vezes, de inspiração também. Mas, arrumar coisas legais etc, enfim interagir por este espaço tem se transformado numa tarefa agradável e de todo modo, vou aqui mostrando um pouco do meu jeito de ser e pensar. Não posto imagens de crianças, considero abusiva a exposição infantil por qualquer adulto, lembrando que elas não tem poder de consentimento para serem expostas. Continuo insistindo em selecionar o que for de meu agrado, mas espero que também seja do gosto de quem lê, acompanha o meu Bloguinho. Através do tempo, continuo sintetizando-me assim: insisto em praticar a fidelidade como princípio de vida; não sou doce, não sou submissa do mundo, sou dócil para quem eu amar e me amar também: o que acontece sem uma correspondência total e bionívoca não me atrai...prefiro emoções à matéria; não sou adepta de parcerias de coleiras, não estou em gôndolas, sou extremista e radical nas idéias; não sou deslumbrada nem deliro com impossibilidades, o que tenho me basta e me situa. Acredito no amor, sei que é o melhor presente da vida, por isso respeito quem eu amar, o amor que dou e o que recebo: para mim, submissão é sinônimo de amor sempre. Não invento alegrias falsas, sou naturalmente alegre e simples no meu jeito de viver. Neste mundo, dou-me o direito de curtir a quebradeira de um funk bom e não fico parada no batuque do samba. Uma das coisas que mais me incomoda é a falta de compromisso com tudo na vida, que muitas vezes se encontra por ai. Enfim, eis me aqui, sou assim: eu VIVO!


17 de dez. de 2014

GUS, AMOR,

PARABÉNS!!!!
MUITOS ANOS DE VIDA!!!!
FELICIDADES!!!
FELIZ ANIVERSÁRIO!!!















































F E L I Z     A N I V E R S Á R I O, G U S!!!!!



















PARABÉNS GUS!!! FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!





GUS, PARABÉNS, MEU AMOR!





Receba novamente meu amor, 
meu carinho, 
minha ternura e devoção,
Te entrego minha alegria, 
meu riso e meu coração.
Meu coração, onde já reinas, 
tão completamente.
Te presenteio com meus desejos 
de vida longa, saudável e feliz
Minha alma e meus sonhos 
estão misturados aos teus,
 profundamente
Em ti encontro o ser Amado,
O AMOR QUE EU SEMPRE QUIS!
PARABÉNS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
FELICIDADES MIL!!!!!!!!!!!!
TE AMO!!!!!

TESTAMENTO DE UM PESCADOR







Pesco porque amo pescar...porque amo os locais onde os peixes são encontrados,que são invariavelmente belos,e, odeio os locais invariavelmente feios, onde se encontram multidões.
Pesco porque,assim,fujo dos comerciais da TV, de reuniões sociais e, das falsas atitudes que a comunidade nos impõe.
Porque, em um mundo onde a maioria dos "homens" parece passar a vida fazendo coisas que detestam,minha pesca é uma fonte inesgotável de prazer, e um pequeno ato de rebeldia.





Porque os peixes não mentem ou o enganam,e,nem podem ser comprados,subornados, impressionados pela força do poder,respondendo sempre a quietude, a humildade e a uma infinita paciência.
Pesco porque suspeito que os "homens" percorrem este caminho somente uma vez,e não quero desperdiçar a minha viagem.
Pesco porque não existem telefones nos nossos rios e mares.
Porque somente na natureza posso encontrar solidão sem abandono.Porque o WHISKY que se bebe em uma velha caneca a beira de um rio, sempre é mais saboroso.
Porque talvez um dia, eu capture uma sereia!!!



E, finalmente, não porque eu considere pescar algo tão terrivelmente importante, mas porque suspeito que tantas outras preocupações dos "homens", sejam igualmente sem importância...E, nem de longe tão divertidas.

16 de dez. de 2014



15 de dez. de 2014

PAJERO


14 de dez. de 2014

Tem dias que me encontro assim...
disposta a dançar na rua,
Outras horas me visto de esperança toda verde
Aviso pro meu coração: eu vou...!!!
Mas a teia da vida que me prende
É a mesma que me acende
É o que me sustenta
e que me faz bem querer!


NO CLIMA DO NATAL







A árvore de Natal é uma das mais populares tradições associadas com a celebração do Natal: é normalmente uma árvore conífera de folhas perenes ou uma árvore artificial.
Como parte da tradição, enfeita-se a árvore com bolas coloridas e outros adornos natalinos, como o sino de Natal.

Nas vésperas do solstício de inverno, os povos pagãos da região dos países bálticos cortavam pinheiros, levavam para seus lares e os enfeitavam de forma muito semelhante ao que faz nas atuais árvores de Natal. Essa tradição passou aos povos Germânicos  e a primeira árvore de Natal foi decorada em  Riga, n Letônia, em 1510.

No início do século XVIII, o monge beneditino São Bonifácio associou o formato triangular do pinheiro à Santíssima Trindade  e suas folhas resistentes e perenes à eternidade de Jesus: nascia aí a Árvore de Natal.

Acredita-se também que esta tradição começou em 1530, na Alemanha, com Martinho Lutero: certa noite, enquanto caminhava pela floresta, ele ficou impressionado com a beleza dos pinheiros cobertos de neve...as estrelas do céu ajudaram a compor a imagem que Lutero reproduziu com galhos de árvore em sua casa. Além das estrelas, algodão e outros enfeites, ele utilizou velas acesas para mostrar aos seus familiares a bela cena que havia presenciado na floresta.

Há outras versões, porém, a moderna árvore de Natal teria realmente surgido na Alemanha entre os séculos XVI e XVIII. Não se sabe exatamente em qual cidade ela tenha surgido. Durante o século XIX a prática foi levada para outros países europeus e para os Estados Unidos. Apenas no século XX essa tradição chegou à  América Latina.

Atualmente essa tradição é comum a católicos, protestantes e ortodoxos.
O dia de montar as decorações natalinas varia em cada país: enquanto nos Estados Unidos se monta a árvore de Natal no Dia de Ação de Graças; no Brasil o dia certo para montar a árvore de Natal é no 4° domingo antes do Natal, dia que marca o início do Advento; já em Portugal a tradição diz que deve ser montada a  8 de dezembro, dia da Imaculada Conceição.

A festa cristã relata que no dia 6 de janeiro, em que se comemora o Dia de Reis, data que assinala a chegada dos Três Reis Magos a Belém, encerrando as festas do Natal, quando a árvore de Natal e demais decorações natalinas são desfeitas.





13 de dez. de 2014


12 de dez. de 2014

11 de dez. de 2014

DIFUSÕES



7 de dez. de 2014

...Eu gosto do seu corpo  Eu gosto do que ele faz  Eu gosto de como ele faz  Eu gosto de sentir as formas do seu corpo  Dos seus ossos  E de sentir o tremor firme e doce  De quando lhe beijo  E volto a beijar  E volto a beijar  E volto a beijar.. (E.E. Cummings)



6 de dez. de 2014

A HISTÓRIA DE PAPAI NOEL



O simpático velhinho de roupa vermelha e barba branca, que  há tempos tornou-se um ícone cultural da sociedade de consumo do terceiro milênio, surgiu a partir da vida de um bispo que viveu na cidade de Mira, no antigo reino de Lícia (atual Turquia) no século IV da nossa era, e aprimorado nos últimos 17 séculos, com elementos de mitos de diversas regiões e países, pelo mundo.

O bispo se chamava Nicolau e ficou conhecido por sua generosidade com as crianças e pobres, mas ainda assim, foi perseguido e preso pelo imperador Diocleciano e libertado no reinado de Constantino, tendo participado do Concílio de Nicéia (325). Após a sua morte, foi canonizado pela Igreja Católica como São Nicolau e a partir daí, surgiram, incontáveis histórias de milagres realizados pelo santo em benefício de pobres e desamparados.

São Nicolau tornou-se padroeiro da Rússia e Grécia, bem como de inúmeras sociedades beneficentes e das crianças, jovens solteiras, marinheiros, mercadores e prestamistas. A partir do século VI, foram erguidas várias igrejas dedicadas ao santo, mas essa tendência foi interrompida com a Reforma, quando o culto a São Nicolau desapareceu da Europa protestante, com exceção da Holanda, onde era chamado de Sinterklaas.

A lenda do Sinterkaas fundiu-se a antigas histórias nórdicas sobre um mago mítico que andava em um trenó puxado por renas, premiava com presentes as crianças boas e castigava as que se comportavam mal. No século XI, mercadores italianos que passavam por Mira roubaram relíquias de São Nicolau e as levaram para Bari, a partir do quê essa cidade italiana, onde o santo jamais colocou os pés, tornou-se um centro de devoção e peregrinação.

No século XVII, emigrantes holandeses levaram a tradição de Sinterklaas para os Estados Unidos, cujos habitantes adaptaram o nome para Santa Claus (mais fácil de ser pronunciado), e criaram uma nova lenda, consolidada no século XIX, sobre um velhinho alegre e bonachão que percorria o mundo em seu trenó no Natal, distribuindo presentes.

Enquanto nos Estados Unidos ele era conhecido como Santa Claus, do outro lado do Atlântico, no Reino Unido, chamava-se Father Christmas (Papai Noel). Com um nome ou outro, o certo é que o personagem baseado no bispo Nicolau tornou-se rapidamente o símbolo do Natal - estimulando as fantasias infantis - e, principalmente, ícone do comércio de presentes de Natal, que envolve anualmente bilhões de dólares.

A tradição não demorou a cruzar novamente o Atlântico, dessa vez renovada, e se estender a vários países europeus, em alguns dos quais Santa Claus mudou de nome. Na França, o Father Christmas dos ingleses foi traduzido para Père Noël, nome que os espanhóis traduziram apenas pela metade - Papá Noel - e se estendeu rapidamente à América Latina.

Dizem ainda que o visual moderno do Papai Noel (roupas vermelhas e gorro com barrete branco) teria sido uma invenção da Coca-Cola, que nos anos 30 promoveu uma campanha repaginando o Bom Velhinho com as cores oficiais de seu produto.














5 de dez. de 2014