Sugeriram-me que definisse aqui, sob o olhar do mundo BDSM, a diferença entre ser escrava, submissa e serva. Talvez eu o faça numa outra ocasião. Por hora prefiro pensar que rótulos não servem para nada num relacionamento, se as partes não se respeitam enquanto pessoas, não valorizam as escolhas, pois querendo ou não, Dominadores (as) e Escravas (os), usando o sentido genérico dessas designações efetuam uma escolha, talvez não compreensível aos olhos de terceiros, mas essa é uma verdade: os parceiros se escolhem.Mais importante que rótulos ou condição de ser "escrava (o), submissa (o) ou serva (o)", é acreditar que nos propomos a ser, porque queremos e preservar isso, acima de qualquer outra coisa na vida, do contrário não vale a pena.
Talvez me achem tola ou ingênua, mas eu acredito em fidelidade, lealdade e exclusividade no mundo BDSM, basta que as pessoas envolvidas desejem ser fiéis, porque estão satisfeitas, leais, porque estão satisfeitas e se dedicar única e exclusivamente ao (a) parceiro (a), porque estão satisfeitas...sem isso, para mim não tem rótulo que resista.
Ah, e acredito que servir, se escravizar ou se submeter a alguém é um ato grandioso de amor e amor não foi feito para ser depreciado.