Meu Blog transformou escrever um hábito saboroso...eu sei que ultimamente tenho produzido bem pouco...é a falta de tempo e às vezes, de inspiração também. Mas, arrumar coisas legais etc, enfim interagir por este espaço tem se transformado numa tarefa agradável e de todo modo, vou aqui mostrando um pouco do meu jeito de ser e pensar. Não posto imagens de crianças, considero abusiva a exposição infantil por qualquer adulto, lembrando que elas não tem poder de consentimento para serem expostas. Continuo insistindo em selecionar o que for de meu agrado, mas espero que também seja do gosto de quem lê, acompanha o meu Bloguinho. Através do tempo, continuo sintetizando-me assim: insisto em praticar a fidelidade como princípio de vida; não sou doce, não sou submissa do mundo, sou dócil para quem eu amar e me amar também: o que acontece sem uma correspondência total e bionívoca não me atrai...prefiro emoções à matéria; não sou adepta de parcerias de coleiras, não estou em gôndolas, sou extremista e radical nas idéias; não sou deslumbrada nem deliro com impossibilidades, o que tenho me basta e me situa. Acredito no amor, sei que é o melhor presente da vida, por isso respeito quem eu amar, o amor que dou e o que recebo: para mim, submissão é sinônimo de amor sempre. Não invento alegrias falsas, sou naturalmente alegre e simples no meu jeito de viver. Neste mundo, dou-me o direito de curtir a quebradeira de um funk bom e não fico parada no batuque do samba. Uma das coisas que mais me incomoda é a falta de compromisso com tudo na vida, que muitas vezes se encontra por ai. Enfim, eis me aqui, sou assim: eu VIVO!


31 de out. de 2011

30 de out. de 2011

29 de out. de 2011

SIM, SOU PEQUENA DIANTE DO UNIVERSO...MAS SOU IMENSA DIANTE DAS INJUSTIÇAS!!!

Humildade Sempre
(Trecho de texto lindo de Joanna de Ângelis)


Alegra-te por fazeres parte da grandeza indescritível do Universo.
Não te subestimes, a ponto de constituíres-te uma nota dissonante,
 nesta sinfonia de incomparável musicalidade.
Busca sintonizar-te com a melodia que paira no ar,
 vibrante, afinando-te com a glória da vida.
Engrandece-te na ação das coisas de menor monta;
apequena-te, quando diante das expressivas realizações
que promovem os pruridos da vaidade e desarticulam as peças da simplicidade.
No contexto das expressões do Universo tu és importante,
traduzindo a glória da Criação e evoluindo sem cessar.
A humildade exterioriza o valor e a conquista pessoais.
Ignorando-se, irradia-se e fomenta a paz em toda parte.
Jamais te deixes engolfar pela revolta, que traduz soberba e orgulho.
Quando alguém se permite penetrar de humildade,
enriquece-se de força renovadora que se não exaure.
Contempla as estrelas, mas não te descuides dos pedregulhos sob os teus pés.
Sonha com os acumes esplendorosos das alturas,
no entanto, não desconsideres as dificuldades-desafio da ascensão.
O Sol, que mantém a corte de astros que o cercam,
desgasta-se, lentamente.
A Tecnologia, de tão salutares benefícios para a Humanidade,
 também responde pela tremenda poluição que ameaça a vida e a Natureza.
O metal, que reluz, se consome no burilamento a que se entrega.
Só a humildade brilha sem desgastar-se e eleva sem por em perigo.
Muitos falam, escrevem e traçam definições sobre a humildade
de que se dizem possuidores ou que propõem para vivê-la os outros.
Sê tu aquele que passa incompreendido, porém entendendo o próximo
 e as circunstâncias, sem tempo para justificativas ou colocações defensivas.
Segue a programação a que te vinculas com o bem,
não descurando o burilamento íntimo, o sacrifício pessoal.
Se outros pensam em contrário à tua atividade — cala e prossegue.
Cada qual responde a si mesmo pelo que é e pelo que faz.
A humildade difere da humilhação.
Uma é luz, outra é treva;
a primeira eleva, a segunda rebaixa.
 

28 de out. de 2011

27 de out. de 2011


Amor Amor
Amor especial
Amor infinito
Amor essencial
Amor exclusivo
Amor que não tem preço,
mas se tiver, custa caro
Amor que eu preciso
Amor que eu reconheça
Amor que me seduza
Amor tão raro
Amor tão bonito
É esse Amor que eu busco
E necessito!

22 de out. de 2011

SOBRE  DESUMANIDADE

A supremacia da força bruta, acredito, matou o Kadafi. Não que ele fosse flor que se cheirasse, mas era um ser humano e merecia um julgamento mais condizente com a sua condição de gente...talvez gente torta, mas gente.

É certo que tem muita gente torta por aí e muitas vezes é torta moralmente, que apresenta uma conduta um tanto quanto inadequada com a vida...muitos querem por força, fazer prevalecer os seus pré-conceitos sobre a realidade, apenas porque se acham superiores as demais pessoas.

É uma constatação triste essa...mas há uma coisa imutável nesses julgamentos particulares e equivocados que acontecem por aí: fortalece a certeza de não confiar sobre nenhuma hipótese em quem julga, pois é mais falso que nota de três reais.

Azar de quem não ama verdadeiramente, azar de quem se perde em divagações, ao invés de curtir bons momentos a dois, azar de quem subestima a dignidade de uma submissa...só perde.

20 de out. de 2011

O amor
é grande
e cabe nesta janela
sobre o mar.
O mar é grande
e cabe na cama
e no colchão de amar.
O amor é grande
e cabe no breve espaço de beijar.

16 de out. de 2011


O que dizer
do meu amor por você?
É imenso...Você é a minha escolha
Para amar, respeitar, adorar,
gostar...
Desejo profundamente ser a sua também...
Tudo o que lhe digo...
Todas as minhas expressões
de ternura para você,
Não saum meras palavras...
Elas tem um valor especial
Que não se mede em números...
Mede-se na emoção feliz de estar consigo!
Nossa união, nossa parceria
Nossos segredos e confidências
Traduzem-se na mais pura alegria,
Na paz ou na guerra, você tem minha
Lealdade,
Fidelidade
Tem o meu coração
Você é meu único amor,
Meu encanto, meu Homem,
minha paixão,
Para sempre!

15 de out. de 2011

POR TODA MINHA VIDA...

Meu bem Amado
Quero fazer de um juramento uma canção
Eu prometo, por toda a minha vida
Ser somente tua e amar-te como nunca
Ninguém jamais amou, ninguém
Meu bem Amado
Eu te amo e te proclamo
O meu Amor,
 o meu Amor
Maior que tudo quanto existe.

14 de out. de 2011

13 de out. de 2011

O  AMOR  É  PARA  SEMPRE



Ouvi alguém falando essa frase hoje e fiquei pensando sobre o assunto...
É uma verdade, ainda que existam controvérsias...bom, eu ainda não sei como definir completamente o que seja o AMOR.
Amar é gostar tanto de uma pessoa, ao ponto de "viajar", onde quer que se esteja, tornando-se alheio ao que está a sua volta?
Amar é não ver defeitos no outro? Amar é literalmente sentir que sua alma e seu coração não te pertencem mais, porque parece que preferem sempre estar junto do outro?
Amar é sentir que seu corpo não te pertence mais, porque parece que ele age comandado pelo outro?
Amar é sentir que o dia não amanheceu, se não há a presença do outro?
Amar é um dia de sol transformar-se em plena neblina, quando o outro se ausenta?
Se todas essas situações traduzem o que é o AMOR, então certamente eu as identifico plenamente, porque vivo assim.
E sei que é para sempre, não importam as circunstâncias...todos os obstáculos do mundo não são capazes de destruir o meu imenso AMOR...
porque ele se compõe de uma ternura imensurável,
de um querer bem infinito...
é algo divino...um sentimento forte e bonito.

12 de out. de 2011

11 de out. de 2011

                        

10 de out. de 2011

8 de out. de 2011

Queria encontrar uma música
um poema, uma palavra
que representasse todo esse amor que vai no peito meu
Queria achar uma fórmula,
uma mágica pra transformar esse amor num simples adeus
O querer não pode mais...
O gostar escorre à mingua por entre os dedos
Eu queria que se apagasse de minha memória
todos os sonhos, planos e lembranças
Que fosse desfeito esse nó na garganta,
essa dor do meu peito
Essa mágoa que me consome
Queria o abraço do esquecimento
e renascer para a vida
num bom momento,
de alegria, de carinho e de amor
Mas quem procura, acha e
eu sei que vou achar!!!!!!!!!!



6 de out. de 2011


Cansei de gritar e resolvi latir...
Como é horrível ser um animal. Um animal menininha. Usar vestidos, fazer as unhas, pintar os lábios, andar pisando leve. Por dentro, esse animal com fome, desesperado, selvagem, irracional.
Que bom dia que nada, cara. Que boa noite, que muito obrigada. Por que você não vem me amansar? Rasga o vestido da menininha, rasga.
Mata essa fome que eu estou de engolir seu ego, de te deixar perdido, de acabar com essa sua panca, essa sua distância.
Tira essa cor inventada da minha boca, esse tom estúpido de flor artificial. Faça ela ficar cheia de sangue vivo, entreaberta entre um grito e um riso. Tira esse meu andar leve e ereto, me entorta, me coloca do jeito que você gosta.
Que bom dia que nada, eu vou latir no seu ouvido se você achar que tem o poder de me magoar. Para que ferir meu coração se você pode ferir o meu útero? Para que dominar minha cabeça se você pode dominar o mundo pequeno e errado que eu inventei?
Eu que me faço de bem resolvida, por dentro são palpitações, são vozes de incentivo ao ataque, é calcinha de moça marcada por tanto desejo. Eu que um dia vou ter que ser mãe, que um dia vou ter que aprender a escrever. Eu que preciso ser levada a sério, preciso perceber que sou sozinha, preciso cuidar de mim. Eu que agora me atraso mais um pouco, sendo apenas instintiva.
Olhando você e só querendo correr de quatro até sua canela e morder toda a lógica dessa frieza.
Querendo calar as batidas do meu coração ansioso com nosso atrito desesperado por minutos de paz.
Olhe para mim, me dá ração que eu estou morrendo. Olhe para mim, me deseje de novo porque eu estou murchando. Ou apenas venha me distrair, apenas esqueça todos esses poemas falsos.

5 de out. de 2011


4 de out. de 2011



Meu coração flutua
Entre a certeza do amor
e a comprovação da dor...

2 de out. de 2011

Ai como sofre o corpo que se esfrega
no corpo que se entrega e não se entrega
é como a convulsão da preamar
a querer atirar o mar no ar
a onda rija bate como espada
nos musgos da mulher ensolarada
guelras arfantes, pernas semifusas
gritam sombras morenas de medusas
e a verde rocha em V vê o duelo
do peixe azul fisgado no amarelo
compondo um bicho humano sobre a praia
que se desfaz em rendas e cambraia
moluscos musculares do desejo
decápode do homem – caranguejo
anêmonas e polvos complacentes
a resvalar de abismo inocentes
como se amar no mar fosse encontrar
nossa animalidade elementar
qual fosse o ser na praia (duplicado
de amor) bicho de amor do mar gerado
cujas garras fatais persuasivas
deslizam pelas angras sensitivas
pelos quadris que dançam pelos frisos
conjugais – ziguezague de mil guizos -
garras que buscam a melhor textura
no ventre no pescoço na cintura
já quase a devorar a lua cheia
no litoral do céu feito de areia
e o sol diz nomes feios para a lua
pedindo que ela entenda e fique nua
para que possa a coisa hermafrodita
mudar a vida breve e infinita
e quando enfim de amor o bicho – arraia
na confusão voraz freme e se espraia
é como a convulsão da preamar
que conseguiu jogar o mar no ar

1 de out. de 2011




soy loca, loca loca!