Meu Blog transformou escrever um hábito saboroso...eu sei que ultimamente tenho produzido bem pouco...é a falta de tempo e às vezes, de inspiração também. Mas, arrumar coisas legais etc, enfim interagir por este espaço tem se transformado numa tarefa agradável e de todo modo, vou aqui mostrando um pouco do meu jeito de ser e pensar. Não posto imagens de crianças, considero abusiva a exposição infantil por qualquer adulto, lembrando que elas não tem poder de consentimento para serem expostas. Continuo insistindo em selecionar o que for de meu agrado, mas espero que também seja do gosto de quem lê, acompanha o meu Bloguinho. Através do tempo, continuo sintetizando-me assim: insisto em praticar a fidelidade como princípio de vida; não sou doce, não sou submissa do mundo, sou dócil para quem eu amar e me amar também: o que acontece sem uma correspondência total e bionívoca não me atrai...prefiro emoções à matéria; não sou adepta de parcerias de coleiras, não estou em gôndolas, sou extremista e radical nas idéias; não sou deslumbrada nem deliro com impossibilidades, o que tenho me basta e me situa. Acredito no amor, sei que é o melhor presente da vida, por isso respeito quem eu amar, o amor que dou e o que recebo: para mim, submissão é sinônimo de amor sempre. Não invento alegrias falsas, sou naturalmente alegre e simples no meu jeito de viver. Neste mundo, dou-me o direito de curtir a quebradeira de um funk bom e não fico parada no batuque do samba. Uma das coisas que mais me incomoda é a falta de compromisso com tudo na vida, que muitas vezes se encontra por ai. Enfim, eis me aqui, sou assim: eu VIVO!


22 de out. de 2011

SOBRE  DESUMANIDADE

A supremacia da força bruta, acredito, matou o Kadafi. Não que ele fosse flor que se cheirasse, mas era um ser humano e merecia um julgamento mais condizente com a sua condição de gente...talvez gente torta, mas gente.

É certo que tem muita gente torta por aí e muitas vezes é torta moralmente, que apresenta uma conduta um tanto quanto inadequada com a vida...muitos querem por força, fazer prevalecer os seus pré-conceitos sobre a realidade, apenas porque se acham superiores as demais pessoas.

É uma constatação triste essa...mas há uma coisa imutável nesses julgamentos particulares e equivocados que acontecem por aí: fortalece a certeza de não confiar sobre nenhuma hipótese em quem julga, pois é mais falso que nota de três reais.

Azar de quem não ama verdadeiramente, azar de quem se perde em divagações, ao invés de curtir bons momentos a dois, azar de quem subestima a dignidade de uma submissa...só perde.